quarta-feira, 15 de julho de 2009
Olá! Cá estamos nós outra vez
"Já passaram mil anos sobre o nosso encontro..." Não assistia a um concerto de Jorge Palma há 4 anos. "Já houve tempos em que" ia a todos os que podia, vieram outros em que o quotidiano rotineiro acabou com a tradição. E de repente 2 convites, 1 concerto e quase 10 convidados (igualmente brilhantes), ao todo 30 músicos em palco e uma experiência, no mínimo, reveladora. Senti-me de novo, em sintonia com a grande alma do poeta que sente o mundo e a vida de uma forma única e, ao mesmo tempo, universal.
Gostei especialmente da interpretação de Adolfo luxúria Canibal, "suada e sussurrada" com sensual profundidade. Mas foram muitos os que se juntaram Sérgio Godinho, Mariza, J.P. Simões, Fausto, Gaiteiros de Lisboa, etc...
Também tenho sempre 2 almas em guerra e durmo na encruzilhada, sinto-me tantas vezes frágil, dizendo sim à engrenagem, a ver a vida por um canudo... mas enquanto houver estrada para andar, enquanto houver ventos e mar... não vou parar!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
Maçã de Junho=Aida
És a estrela da alvorada
E a madrugada junto ao cais
És tudo o que eu vejo em ti,
És a alegria e muito mais
És a minha maçã de junho
És o teu corpo e o meu
Amo-te mais que à vida,
Que a vida sem ti morreu
És a erva perfumada,
Debruada a girassóis
O trago do café quente
Nas manhãs entre lençois
És a minha maça de junho
E a minha noite de verão
Anda, vem comigo,
Vamos,dá-me a tua mão
És o encontro na estrada,
És a montanha e o pôr do sol
O vinho bebido em festa,
És a papoila e o rouxinol
És a minha maça de junho
E a minha estrela polar
Sem ti eu não tenho norte,
Sem ti eu não sei amar.
Jorge Palma
E a madrugada junto ao cais
És tudo o que eu vejo em ti,
És a alegria e muito mais
És a minha maçã de junho
És o teu corpo e o meu
Amo-te mais que à vida,
Que a vida sem ti morreu
És a erva perfumada,
Debruada a girassóis
O trago do café quente
Nas manhãs entre lençois
És a minha maça de junho
E a minha noite de verão
Anda, vem comigo,
Vamos,dá-me a tua mão
És o encontro na estrada,
És a montanha e o pôr do sol
O vinho bebido em festa,
És a papoila e o rouxinol
És a minha maça de junho
E a minha estrela polar
Sem ti eu não tenho norte,
Sem ti eu não sei amar.
Jorge Palma
Parabéns à minha primeira maçã de Junho.
Aida é a minha única irmã, fez ontem 30 anos (menos 4 do que eu) e eu não consigo deixar de sentir que ela é o meu primeiro bebé, a minha primeira filha "faz-de-conta", só que de carne e osso e com uma personalidade forte, única e original.
Confundo muitas vezes o nome dela e o da Bia (minha filha "a sério"), não sei se pelas semelhanças físicas e psicológicas, ou pelas relacionais e afectivas. Seria melhor irmã se não tivesse "contaminado" a relação com o sentimento de maternidade? Também confundo as minhas histórias com as dela, os gostos e os desgostos, os amigos e os inimigos... Também sou a minha "Maninha Manória"!
terça-feira, 19 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
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